Um colchão adequado, um quarto organizado e um ambiente silencioso são aspectos fundamentais para uma boa noite de sono. É claro que cada pessoa tem o seu ritual particular na hora de dormir, mas, sem dúvida, esses fatores auxiliam muito na qualidade do sono. Saber a hora de trocar o colchão é o mais importante entre os quesitos, pois, além de afetar o descanso, um colchão inadequado pode causar sérios problemas de saúde.

Mas, afinal, como saber quando trocá-lo? Não basta ficar de olho na vida útil do item. Também é preciso prestar atenção aos sinais que o próprio colchão dá. Por exemplo: se, ao levantar da cama, o colchão demora tempo demais a retomar seu formato original, significa que algo está errado com ele.

Neste post, listamos seis sinais claros que indicam que o seu colchão está pedindo arrego, além de dar dicas de como escolher o modelo certo. Continue a leitura e planeje a troca!

Sinais de desgaste do colchão

1. O colchão perdeu a validade

O prazo de validade do colchão é o indicativo mais claro de que está na hora de trocá-lo. Via de regra, os fabricantes sugerem que colchões de espuma devem ser trocados a cada cinco anos. Os de mola têm uma vida útil mais longa, chegando a durar até dez anos.

Pode ser que você olhe a validade do item e, mesmo vencida, acredite estar dormindo bem. Mas não se engane: provavelmente você se acostumou a um nível de conforto inferior àquele que deveria ter. No longo prazo, sua saúde pode pagar por isso. Então, o melhor a fazer é escolher um colchão novo.

2. O colchão está pouco firme

O colchão demora um pouco a começar a perder a firmeza, mas, quando começa, dá para perceber de imediato.

Ao deitar, você consegue notar a espuma mais funda ou, então, as molas quebradiças. É natural que isso aconteça com todo tipo de colchão, geralmente quando estão bem próximos do prazo de validade, respondendo ao desgaste pelo tempo de uso.

Mesmo que a área afetada seja mínima, como poucos centímetros, já será o suficiente para comprometer a estabilidade do colchão. Assim, ele deixará de suportar o peso do seu corpo de forma equilibrada, o que pode ocasionar terríveis dores lombares.

Ao notar que o colchão não está firme o bastante, troque de uma vez. Não fique esperando a situação piorar. Sua saúde agradece!

3. O colchão demora a retomar a posição original

Conforme vamos usando a cama, a estrutura da espuma ou das molas começa a se quebrar, ficando mais moles e com menor capacidade de recuperação. Como percebemos isso? É fácil!

Se, ao levantar da cama, você nota que o colchão demora tempo demais para retomar a posição inicial — marcando mais de 5 cm da profundidade natural exercida pelo seu corpo — significa que a estrutura pode estar comprometida.

4. O preenchimento do colchão está deslocado

Esse também é um desgaste natural de uso, geralmente mais comum em colchões de espuma, que têm vida útil menor. O preenchimento desloca-se no interior do item, criando algumas regiões mais elevadas do que outras.

O desnível reduz a capacidade de apoio do colchão, de modo que ele não consegue mais equilibrar todo o seu corpo de forma satisfatória.

5. O colchão desencadeia crises alérgicas

Não é lenda. Colchões muito velhos podem desencadear crises alérgicas como rinites e sinusites. É que, quanto mais velho o colchão, menor será a proteção do tecido contra microrganismos causadores de alergia, como mofo, ácaros e bactérias.

Se você vai dormir bem, mas levanta espirrando, esse pode ser um sinal clássico de que seu colchão acumulou ácaros.

Além disso, o excesso de resíduos como suor, saliva e pele morta também impulsiona o aparecimento dos ácaros, que se alimentam desses resíduos, multiplicando-se rapidamente. Então, depois de certo tempo de uso, é obrigatório trocar o colchão.

6. O colchão causa dores lombares

Você acorda indisposto, irritado e mal humorado sem motivo aparente? O problema pode estar no seu colchão. Mesmo que nem sempre seja perceptível, a estrutura do item pode estar comprometida pelo desgaste natural de uso, fazendo com que ele não suporte seu corpo de forma adequada.

O indicativo mais claro disso é a famosa dor nas costas, que vira e mexe levantamos com ela e parece que não vai ter fim, não é mesmo? A menos que você troque o colchão. Sem falar que um colchão novo e com a estrutura em dia é essencial não apenas para uma boa noite de sono, mas, também, para aliviar tensões típicas de um dia cansativo ou ocasionadas por ficar muito tempo deitado na mesma posição.

Dicas para escolher o colchão certo

Já percebeu que chegou a hora de trocar o seu? Então, confira as dicas para fazer uma boa compra!

Tamanho e densidade

Confundir tamanho e densidade é um erro comum na hora de escolher colchão. Para não errar, tenha em mente o seguinte: o tamanho tem a ver com o padrão da cama (box ou tradicional, solteiro ou casal, por exemplo). Já a densidade está relacionada ao peso e à altura do usuário, de modo a manter a coluna sempre alinhada e os músculos relaxados em qualquer posição na hora de dormir.

Tipo de material

Além de escolher um colchão do tamanho compatível com sua cama e de densidade compatível com seu peso, preste atenção também no material do item.

Geralmente, os modelos mais comuns são os colchões de espuma, de mola ou de látex. Se não houver nenhuma restrição médica, você poderá escolher o material ao seu gosto. Saiba que, para todos os casos, o colchão nunca deve ser muito duro nem mole demais.

Selo de qualidade

Os fabricantes de colchões precisam atender à uma série de normas e padrões técnicos na elaboração dos itens. Por isso, os modelos sempre vêm com um selo atestando a garantia de origem e os testes realizados em fábrica. Portanto, duvide de modelos que não tenham nenhuma certificação de qualidade.

Por fim, não se esqueça! Quando for trocar o colchão, conte com uma loja especializada para ter certeza de que está comprando um modelo compatível com seus interesses e necessidades. Assim, vai ser fácil encontrar os melhores colchões e garantir uma boa noite de sono para você e toda a sua família!

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